Adaptação climática e cultural: A arquitetura vernácula é totalmente adaptada às condições climáticas e culturais específicas de sua localização, garantindo harmonia com o ambiente que vai além da estética. Essa abordagem inclui o Biomimética, onde se busca inspiração na natureza para imitar processos e sistemas naturais, alcançando uma simbiose completa com o meio ambiente.
Disponibilidade regional: A escolha dos materiais é baseada na disponibilidade local. Por exemplo, em regiões arborizadas, a madeira é preferida, enquanto em áreas como o Norte da África, a argila é preferida. Essa seleção não apenas garante uma entrega fácil, mas também promove a sustentabilidade e reduz a pegada ecológica.
Transmissão geracional: A arquitetura vernácula é baseada em técnicas de construção transmitidas de geração em geração. Um exemplo disso é a técnica de Tapial, usado desde a época romana para construir paredes com solo argiloso úmido. Essa conexão com as tradições locais não apenas preserva a identidade, mas também contribui para a sustentabilidade por meio da reutilização de métodos comprovados.
Concentre-se nas necessidades básicas: A funcionalidade é fundamental na arquitetura vernácula. Os edifícios são projetados para atender às necessidades básicas das pessoas, evitando excessos e priorizando o conforto e a praticidade. Essa simplicidade não só contribui para o bem-estar dos habitantes, mas também minimiza o impacto ambiental da construção.
Eficiência energética: A arquitetura vernácula busca maximizar o uso de recursos naturais, como luz solar, ventilação natural e proteção contra intempéries. Por meio de um projeto cuidadoso, a eficiência energética dos edifícios é otimizada, reduzindo assim a dependência de fontes externas de energia e reduzindo as emissões de carbono.
Respeito pela identidade local: A estética da arquitetura vernácula se desenvolve em harmonia com a paisagem e a arquitetura predominante da área. Isso envolve respeitar a escala e o estilo locais, preservando a identidade cultural. Em vez de impor designs externos, a arquitetura vernácula se integra de forma orgânica e respeitosa à estética existente.

A certificação EDGE é uma das formas mais rápidas e eficientes de tornar edifícios mais eficientes, reduzindo o consumo de energia, água e materiais e aumentando o valor de revenda dos imóveis. Desenvolvida pela Corporação Financeira Internacional (IFC), do Grupo Banco Mundial, a EDGE ajuda projetos imobiliários a reduzir o impacto ambiental, diminuir custos operacionais e avançar na descarbonização do setor da construção. Com um processo simples e mensurável, a EDGE se tornou uma certificação estratégica para desenvolvedores e investidores focados em sustentabilidade e desempenho financeiro.
As certificações sustentáveis no México estão ganhando protagonismo como uma ferramenta estratégica para empresas e projetos que buscam demonstrar seu compromisso ambiental, social e de governança. Elas já não se limitam apenas à construção, abrangendo também processos, operações, produtos e modelos de negócio de forma integrada.
Descubra como as certificações ambientais, a eficiência energética e os edifícios sustentáveis aumentam o valor de revenda de uma propriedade e reduzem seu impacto ambiental.