Com o fim de um ano de temperaturas recordes e desastres relacionados às mudanças climáticas, as nações estão se preparando para a COP28 em Dubai, de 30 de novembro a 12 de dezembro. O progresso do Acordo de Paris será avaliado e um fundo será buscado para criar um fundo para os danos das mudanças climáticas. A eleição do presidente, CEO da petrolífera estatal em um país petrolífero, gera polêmica. Embora a eliminação gradual dos combustíveis fósseis seja discutida, algumas nações estão defendendo metas globais, como triplicar a capacidade de energia renovável.
Na COP28, a peça central das negociações será a conclusão da “avaliação global”, na qual as nações analisarão seu progresso nos objetivos do Acordo de Paris. Espera-se que o principal resultado seja um texto de “decisão” que reflita os esforços até agora e estabeleça acordos para o futuro.
As nações apresentaram suas visões sobre como aumentar a ambição dos planos climáticos (NDCs) para cumprir os objetivos do Acordo de Paris.
As propostas para eliminar gradualmente os combustíveis fósseis se destacam, com discussões sobre “redução progressiva” e “redução gradual”.
As propostas para triplicar a capacidade global de energia renovável ganham impulso.
A “operacionalização” do fundo de perdas e danos é uma prioridade, com divisões entre países desenvolvidos e em desenvolvimento sobre sua localização e financiamento.
Espera-se que seja adotada uma estrutura para alcançar o “objetivo de adaptação global” estabelecido no Acordo de Paris, com foco na definição e medição do progresso.
O financiamento climático é fundamental, com alguns países em desenvolvimento enfatizando a importância de discutir a redução de emissões junto com o apoio financeiro.
A decisão sobre uma nova meta global pós-2025 para o financiamento climático será crucial.
Dois “programas de trabalho” continuarão: um focado em como os países podem aumentar seus esforços para reduzir as emissões e outro em “caminhos de transição justos” para cumprir os objetivos do Acordo de Paris.
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