
O comprador de imóvel hoje faz duas perguntas que antes não fazia: quanto pago de contas por mês e se o banco me dá uma taxa melhor por ser um projeto verde. O EDGE responde as duas. A certificação garante um mínimo de 20% de economia em energia, água e materiais, o que se traduz em contas mais baixas para o proprietário. E em mercados como Peru, Colômbia, México e Chile, os bancos oferecem hipotecas verdes com taxas preferenciais exclusivamente para projetos com certificação verde reconhecida. Um projeto residencial sem certificação não apenas perde esse financiamento diferenciado — compete por preço contra projetos que já o têm.
Avaliação inicial: analisamos o design do projeto residencial e identificamos as medidas necessárias para atingir os 20% de economia exigidos pelo EDGE em energia, água e materiais.
Registro e modelagem: criamos o expediente na plataforma EDGE e calculamos a pontuação de eficiência calibrada para a zona climática específica do projeto.
Auditoria técnica: um auditor credenciado pela IFC valida o cumprimento dos critérios EDGE antes da construção e ao finalizar a obra.
Certificação emitida: o projeto recebe o selo EDGE oficial, possibilitando o acesso à hipoteca verde para compradores e ao posicionamento como edifício residencial sustentável certificado.

No mínimo 20% em energia e água em comparação com um projeto convencional equivalente. Na prática, isso pode significar entre 15 e 40 dólares a menos por mês em contas, dependendo da cidade e do tamanho do apartamento.

Em geral, aplica-se a qualquer comprador que cumpra os requisitos habituais de crédito hipotecário. A taxa preferencial verde é ativada automaticamente quando o projeto tem certificação EDGE reconhecida pelo banco. As condições variam por país e entidade.

Entre 4 e 8 semanas desde o registro até a emissão do certificado de design. A certificação final de obra é emitida uma vez concluída a construção.
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