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O Brasil supera 2 milhões de metros quadrados certificados com EDGE e a pressão regulatória não para. São Paulo aplica descontos de IPTU para edifícios verdes certificados, Curitiba e Belo Horizonte têm marcos similares, e a Caixa Econômica Federal e o BNDES oferecem linhas de crédito com condições preferenciais para projetos com certificação verde. Os fundos de investimento imobiliário (FII) listados na B3 já incluem sustentabilidade como critério de qualificação de ativos. Um projeto sem certificação não apenas perde esse financiamento — fica fora da carteira dos grandes fundos.
Avaliação inicial: analisamos o design do projeto e identificamos as medidas necessárias para atingir os 20% de economia exigidos pelo EDGE em energia, água e materiais.
Registro e modelagem: criamos o expediente na plataforma EDGE e calculamos a pontuação de eficiência calibrada para a zona climática específica do projeto no Brasil.
Auditoria técnica: um auditor credenciado pela IFC valida o cumprimento dos critérios EDGE antes da construção e ao finalizar a obra.
Certificação emitida: o projeto recebe o selo EDGE oficial, habilitando o acesso a benefícios de financiamento verde e ao posicionamento como edifício sustentável certificado no mercado brasileiro.

Sim. A lei municipal de São Paulo (Lei Cidade Verde) reconhece a certificação EDGE como válida para acessar os descontos de IPTU de até 25%. Curitiba e Belo Horizonte têm marcos similares que também reconhecem o EDGE.

Aplica-se a residencial, escritórios, hotéis, centros de saúde, educação, industrial e uso misto. No Brasil, o segmento de logística e industrial no eixo São Paulo-Campinas-Santos é o de maior crescimento, onde os inquilinos exigem certificação como parte de seus compromissos ESG.

Entre 4 e 8 semanas desde o registro até a emissão do certificado de design, dependendo da complexidade do projeto. A certificação final de obra é emitida uma vez concluída a construção.
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