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No Peru, há mais de 1 milhão de metros quadrados certificados com EDGE e a tendência não para. Os compradores têm acesso a financiamento preferencial no BCP, BBVA e Interbank por escolherem projetos certificados, e os inquilinos corporativos com compromissos ESG já o exigem como requisito mínimo. Os projetos sem certificação não só perdem esse segmento, como também competem em desvantagem no preço percebido e na velocidade de absorção.
Avaliação inicial: analisamos o design do projeto e identificamos as medidas necessárias para atingir os 20% de economia exigidos pelo EDGE em energia, água e materiais.
Registro e modelagem: criamos o expediente na plataforma EDGE e calculamos a pontuação de eficiência calibrada para a zona climática específica do projeto no Peru.
Auditoria técnica: um auditor credenciado pela IFC valida o cumprimento dos critérios EDGE antes da construção e ao finalizar a obra.
Certificação emitida: o projeto recebe o selo EDGE oficial, possibilitando o acesso a benefícios de financiamento verde e ao posicionamento como edifício sustentável certificado no mercado peruano.

O EDGE exige um mínimo de 20% de economia simultânea em energia, água e energia incorporada em materiais. A plataforma calibra os parâmetros de acordo com a zona climática do projeto, de modo que os cálculos são específicos para cada cidade peruana.

Aplica-se a residencial, escritórios, hotéis, centros de saúde, educação e uso misto. No Peru, o segmento corporativo é o de maior crescimento, especialmente em Lima, onde os inquilinos internacionais já exigem edifícios com certificação verde como requisito mínimo.

Entre 4 e 8 semanas desde o registro até a emissão do certificado de design, dependendo da complexidade do projeto. A certificação final de obra é emitida uma vez concluída a construção.
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